Como funciona o repasse do ifood? Saiba controlar as vendas!

Como funciona o repasse do ifood? Saiba controlar as vendas!

Os aplicativos de delivery já demonstravam um crescimento constante nos últimos anos.Isso tornou-se mais intenso desde o começo da pandemia.

Vários apps se destacam no mercado. Contudo, é o iFood que desponta como o principal serviço em atuação no Brasil

Esse sucesso estrondoso é justificado pela restrição do fluxo de pessoas e pelos lockdowns decretados em várias cidades do Brasil. Assim, o que antes era apenas mais uma opção de venda para as empresas, tornou-se a única chance de sobrevivência para alguns negócios durante a pandemia de Coronavírus.

Mas como saber se valores recebidos estão corretos e como fazer a conciliação financeira das vendas realizadas nesse meio de pagamento? Para isso, é preciso antes entender como funciona o repasse do ifood. Leia até o final e saiba mais!

O enorme crescimento do iFood e dos apps de delivery

O isolamento social imposto pela pandemia da covid-19 fez mais pessoas começarem a usar o serviço de delivery de comida, medicamentos e mercadorias ainda mais intensamente.

Não só os usuários frequentes do app começaram a usar mais, mas pessoas que antes nunca tinham usado o serviço de entrega por apps passaram a adotar esse meio para pedir suas refeições, fazer compras de mercado e mesmo pedir remédios em farmácias.

Nessa onda, não foi só o IFood que cresceu. Contudo, é difícil não reconhecer que o app é o vencedor na corrida das “foodtechs”, sendo o preferido por 60% dos usuários de serviços de delivery de comida, segundo pesquisa do Instituto QualiBest.

Como esse protagonismo de mercado, o iFood viu seus pedidos mensais saltarem de 22 milhões, no começo de 2020, e alcançarem a incrível marca de 60 milhões em março de 2021. Foi nesse período também que a empresa alcançou a marca de mais de 236 mil restaurantes e lojas cadastradas.

Como funciona o repasse do iFood?

Como funcionam as vendas pelos iFood? Como um restaurante, supermercado ou farmácia recebe o dinheiro do que foi vendido pelo app? 

Funciona assim: os repasses das vendas realizadas via iFood são feitos semanalmente. O valor total a ser pago pelo aplicativo é contabilizado em um processo chamado de Billing. Assim, o iFood calcula, em um período de 7 dias, o que seus estabelecimentos venderam e os custos que tiveram em cada operação. Em outras palavras, eles “fecham o caixa” com a sua empresa. 

O processo de billing de cada conta pode iniciar e terminar em datas diferentes, desde que obedeça ao prazo de 7 dias. O dia de fechamento é acordado com os estabelecimentos via contrato. 

É através dessa documentação que determina-se, por exemplo, se a análise iniciará às segundas-feiras e terminará aos domingos. 

Com o valor final calculado, o depósito é realizado no dia seguinte após o encerramento do período de Billing (exemplo: se o fechamento é domingo, o dinheiro é creditado na segunda). Se a data acordada cair em feriado nacional bancário, o pagamento do repasse será feito no próximo dia útil. 

A empresa também pode escolher duas formas de recebimento do repasse do iFood. Essas modalidades estão diretamente ligadas ao método de entrega das mercadorias. São elas:

Motoqueiro do ifood

O valor total das vendas é gerenciado pelo iFood, que cobra as taxas e faz o repasse do líquido para restaurante, supermercado ou farmácia do que foi vendido pelo app. O valor é enviado para a conta bancária de recebimento cadastrada. 

Motoqueiro do estabelecimento

O dinheiro total da venda fica com o estabelecimento. Assim, o aplicativo faz cobranças semanais das taxas para os estabelecimentos. Em outras palavras, a empresa fica “devendo” valores ao iFood.

Como fazer a antecipação de recebíveis

O iFood também antecipa o repasse dos valores que serão pagos às empresas que venderam na plataforma. Para aprovar o seu pedido de antecipação, o aplicativo analisa o histórico dos últimos 3 meses de transações e, assim, determina o valor que será liberado. 

Caso a resposta do iFood seja positiva para o pedido de adiantamento, o repasse solicitado será depositado imediatamente na conta cadastrada no app.

Esse tipo de antecipação, em que geralmente incidem taxas, não tem custo adicional durante a pandemia de coronavírus. A solicitação é feita através do Portal do Parceiro do iFood. A estimativa é que mais de R$ 11,3 bilhões sejam adiantados pelo iFood desde o início da pandemia até junho de 2021.

Essa é uma medida tomada pela empresa para prestar suporte aos restaurantes e lojas que têm passado por dificuldades durante a pandemia, principalmente para ajudá-las a se integrar ao ambiente digital das vendas por delivery.

A antecipação de recebíveis pode ser requisitada mesmo não possuindo uma conta digital iFood.

A importância da conciliação de vendas por delivery

Você agora já sabe como funciona o repasse do ifood. Mas, o que fazer depois que essas vendas começaram a acontecer? Eis a resposta certa: é preciso fazer o acompanhamento desse dinheiro que entra para não sofrer prejuízos.

Por isso, a conciliação de vendas por delivery se torna um processo extremamente importante nessa nova jornada que sua empresa pensa em seguir.

Na conciliação de vendas por delivery, as informações registradas pela sua empresa são confrontadas com as repassadas pelos aplicativos(iFood, Uber Eats, Rappi, etc) e, em seguida, com os valores creditados em seus extratos bancários.

Esse processo é importante, pois, além de auditar se todas as vendas realizadas pelos aplicativos foram de fato pagas, mostra ainda se o aplicativo cobrou as devidas tarifas por compras.

Então, como pode perceber, a conciliação vai muito além da conferência de vendas realizadas dia a dia. Ela demonstra o quanto de dinheiro as empresas podem ou não estar perdendo.

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