Taxa do cartão de crédito: 4 falhas graves em contratos

4 falhas graves em contratos de taxa do cartão de crédito

Um dos desafios dos gestores e equipes financeiras é controlar todas as contas a pagar. Existem cobranças que são constantemente ignoradas e, se não administradas, podem gerar um custo expressivo no fluxo de caixa.

Por isso, quero te perguntar: como você controla os contratos de taxa do cartão de crédito em sua empresa? Afinal, esse é um aspecto que normalmente não é auditado internamente.

Se você realiza muitas vendas nessa modalidade e não administra adequadamente, é provável que muito dinheiro seja gasto com despesas que poderiam ser evitadas.

Não está convencido do dano que isso pode causar? Elencamos os quatro casos mais comuns de descontrole das taxas de cartões e o impacto deles nas corporações.

1. Desatenção aos detalhes dos contratos

Quando os seus estabelecimentos decidiram vender através de cartão, houve uma negociação com as adquirentes das máquinas, sejam POS ou TEF. Elas são as responsáveis pela transmissão dos dados para a bandeira do cartão e para o banco.

Contudo, os detalhes dessa negociação não raro se perdem no tempo. Assim, gerações de equipes de tesouraria ou de administração trabalham sem saber ao certo quanto pagam por cada venda, quais bandeiras aceitam ou quanto de aluguel paga-se pelas máquinas.

Esse é um problema comum em empresas de todos os portes que não usam automação na conciliação de cartões. Afinal, o controle de todas as vendas pode ser inviável dependendo do fluxo diário movimentado por sua equipe.

Contudo, como já falamos no início desse texto, muito dinheiro pode ir para o ralo se a sua organização continuar de olhos fechados à essa questão.

2. Atualização de novas bandeiras

As rotinas financeiras podem ser muitas vezes longas e complexas. Isso faz com que alguns detalhes do dia a dia passem despercebidos. Um exemplo é não acompanhar as mudanças de taxas dos cartões.

No decorrer do contrato, as adquirentes vão negociando com novas bandeiras e sua máquina passa a automaticamente aceitar. Caso sua equipe não esteja atenta às novidades no portal da operadora, uma lote inteiro de vendas pode colocar sua empresa em desvantagem.

Com esse conhecimento, o gestor pode realizar decisões estratégicas. Seja automatizando os pagamentos de cada nova bandeira em TEF ou orientando suas equipe sobre quais procedimentos devem ser adotados para cada caso em POS.

3. Novos produtos das adquirentes

Talvez você já saiba que as taxas são diferentes para cada bandeira e para a quantidade de parcelas. Por exemplo, os valores negociados para vendas realizadas para o cartão Visa Crédito em 1 parcela podem ser muito diferentes dos cobrados no Visa Internacional em 1 parcela.

Contudo, talvez você não saiba sobre o surgimento de cobranças provocadas por novos produtos para as mesmas bandeiras já negociadas. Isso pode ser uma grande surpresa para o gestores.

Os bancos e as bandeiras fazem lançamentos para atingir públicos específicos. São produtos como cartões:

  • Voucher;
  • cultura;
  • alimentação;
  • refeição;
  • crediário;
  • conversor de moeda;
  • internacional.

Apesar de terem a mesma bandeira (e nomes bem chamativos), eles possuem taxas bem diferentes.

E a pergunta que não quer calar é: quanto sua adquirente está cobrando de você na hora de repassar os valores dessas vendas?

Esse é um detalhe que poucos gestores acompanham e pode custar caro para suas organizações.

Se sua equipe não faz esse processo, mais uma vez ela fica sem saber o quanto paga para as adquirentes. E o cotidiano segue sem que a empresa saiba a quantidade de dinheiro está gastando nas operações de vendas.

4. Período de contrato longo e taxas “caducas”

Nesse caso, os detalhes das negociações são conhecidos e suas equipes possuem o contrato nos arquivos. Contudo, a mesma taxa é mantida por anos a fio. Isso é um baita problema.

Não acompanhar a validade das cláusulas do contrato significa passar anos com a mesma taxa e, não raramente, pagando valores fora da margem do mercado atual. Ou seja, a taxa ficou “caduca”. Os gestores acreditam que não podem antecipar negociações e buscar condições vantajosas para a empresa. Eles não poderiam estar mais enganados.

O período de contrato não é somente para renovar a utilização das bandeiras através da adquirente. É um período quando o gestor analisa:

  • Quanto faturou de “lucro” para operadora;
  • avalia o mercado geral de “taxas”;
  • renegocia o contrato com base no seu crescimento de vendas.

Atenção também aos contratos de período fechado. Após o fim do tempo acordado, a operadora não tem obrigatoriedade do cumprimento das taxas negociadas, caso não exista uma cláusula de renovação automática.

Essas são boas práticas e que melhoram consideravelmente as margens de lucro da empresa.

Sua equipe sabe o quanto de taxa do cartão de crédito foi negociada em contrato com as adquirentes? Quer ajuda para melhorar a gestão financeira? Aqui no blog temos vários conteúdos que empoderam gestores no dia a dia financeiro.

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